A Palavra de Deus está em Gênesis 27:6-13:

 

"Rebeca disse a seu filho Jacó: 'Eu ouvi seu pai falando com seu irmão Esaú, dizendo: 'Caça-me algo e prepara-me uma comida saborosa para que eu coma, e te abençoe na presença do Senhor antes de eu morrer'. Agora, meu filho, ouça-me e faça o que eu lhe digo. Vá ao rebanho e traga-me de lá dois bons cabritos, e farei deles um guisado saboroso para seu pai, do jeito que ele gosta. Então, leve-o a seu pai para comer, para que ele possa te abençoar antes de morrer.' Jacó disse a Rebeca, sua mãe: 'Mas meu irmão Esaú é um homem peludo, e eu sou um homem de pele lisa. E se meu pai me tocar? Eu pareceria estar enganando-o e traria sobre mim uma maldição em vez de uma bênção.' Sua mãe lhe disse: 'Meu filho, que sua maldição caia sobre mim. Apenas obedeça-me; vá e traga-os para mim.'" Amém.

 

Crise Familiar Devido ao Conflito pela Primogenitura

Gênesis 27 revela que todos os quatro personagens principais apresentados em Gênesis 21 — Isaque, Jacó, Rebeca e Esaú — estão longe da vontade de Deus. Embora três deles sejam figuras de fé renomadas, todos os problemas começaram por causa da primogenitura. Essa situação espelha como uma família harmoniosa pode ser destruída por uma disputa de herança. À medida que a questão da primogenitura surgiu, as dinâmicas familiares envolvendo Jacó, Esaú, Isaque e Rebeca ficaram completamente distorcidas, como observamos na Escritura de hoje.

 

A Sabedoria e Decisão Inicial de Rebeca

Originalmente, Rebeca não era apenas bonita, mas também uma mulher sábia. Quando ela conheceu o servo de Abraão, Eliézer, ela tirou água não só para ele, mas também para seus camelos. Esse ato, que exigiu um esforço substancial dada a sede de um camelo, demonstrou sua ponderação, diligência e seu coração genuíno para servir estrangeiros. Além disso, quando Eliézer quis partir rapidamente para Isaque, ela demonstrou coragem e resolução ao concordar em segui-lo para um lugar desconhecido, confiando unicamente no homem com quem se casaria e em sua família. Sua beleza, sabedoria, coragem e decisão eram, de fato, excelentes qualidades para uma noiva.

 

O Plano de Rebeca para Jacó

A decisão de Rebeca também se estendeu ao seu segundo filho, Jacó. Ela acreditava que Jacó deveria receber a primogenitura. Embora Jacó tenha participado pessoalmente do engano, Rebeca foi a mente mestra por trás de todo o plano. Ela entendia claramente suas ações e estava ciente das intenções secretas de Isaque e Esaú. O plano de Isaque de dar tudo a Esaú não era um assunto comum.

 

Considerem as ações posteriores de Jacó: ele reuniu todos os seus doze filhos e distribuiu as bênçãos de Deus entre eles. No entanto, Isaque, apesar de ter dois filhos, buscou entregar tudo somente a Esaú. Como evidenciado pelo fato de Jacó ter recebido a bênção completa mais tarde, ao se passar por Esaú, Isaque e Esaú já haviam entrado em um acordo clandestino, negligenciando reservar a parte que cabia a Jacó.

 

Rebeca considerou essa situação injusta. Acreditando que estava errado, ela iniciou os eventos descritos na passagem de hoje com Jacó. Além disso, Deus havia declarado explicitamente: "o mais velho servirá o mais novo". Rebeca sabia que Jacó estava destinado ao papel de primogênito e percebeu o desrespeito de Isaque pela palavra de Deus como problemático. Portanto, a intervenção de Rebeca foi fundamentalmente justificada. Ela estava se esforçando para se alinhar com a palavra de Deus e se opôs legitimamente às ações equivocadas de Isaque.

 

O Julgamento Falho de Isaque e a Tragédia Familiar

Isaque via esses assuntos com uma perspectiva distorcida. Apesar da promessa de Deus de dar tudo a Jacó, Isaque persistia em conceder tudo a Esaú, o primogênito. Como discutimos anteriormente, isso se deu porque Esaú havia lhe trazido carne de caça que satisfazia seus desejos pessoais. Ele simplesmente queria dar tudo ao filho que o agradava.

 

As repercussões foram severas. Isso não foi meramente um problema doméstico; Isaque priorizou sua própria vontade sobre a Palavra de Deus. Isso representa um dos pecados mais perigosos que qualquer patriarca poderia cometer, pois eleva os desejos pessoais acima da instrução divina.

 

Intenção Certa, Método Errado: A Queda de Rebeca

Como crentes, sabemos bem disso: nossa prioridade deve ser sempre Deus primeiro, e depois nós mesmos. Será que Isaque não sabia essa verdade? Sua fé era mais fraca que a nossa? Não. Ele estava ativamente pisoteando a vontade de Deus para satisfazer seus próprios desejos.

 

Rebeca, no entanto, era diferente. Ela conhecia a vontade de Deus e genuinamente tentou segui-la. Poderíamos supor que isso evitaria problemas. Contudo, Rebeca e Jacó, que procuraram seguir a vontade de Deus, acabaram causando os maiores problemas e pondo em perigo a sua família. Isso aconteceu porque os seus métodos, que exteriormente pareciam justos, estavam falhos.

 

A Paz Despedaçada e a Angústia de Rebeca

Rebeca planejou meticulosamente para retificar a decisão equivocada de Isaque e a executou com determinação. No entanto, isso resultou no completo estilhaçamento de 70 anos de paz na família de Isaque. Jacó tinha aproximadamente 70 anos quando fugiu de Esaú por causa deste incidente. Embora Isaque e Rebeca tivessem suportado 20 anos de ansiedade por não terem filhos, o longo período de paz na família de Isaque, que durou cerca de 70 anos após o nascimento de Jacó, desmoronou neste momento.

 

O irmão mais velho procurou matar o mais novo, e o mais novo fugiu, tornando-se um errante por duas décadas. O que pensaram que seriam alguns dias transformou-se em 20 anos. Isso também trouxe grande infortúnio a Rebeca; ela nunca mais veria Jacó e teve um fim solitário. O destino de Esaú e Isaque é igualmente sombrio.

 

Por que as ações de Rebeca, destinadas a alinhar-se com a vontade de Deus, levaram a resultados tão devastadores? Ao examinar o problema central, podemos refletir sobre nossa própria fé hoje. Exploraremos as armadilhas e tentações às quais podemos sucumbir facilmente e entenderemos com mais detalhes os desafios que podem surgir mesmo quando nos esforçamos para seguir a vontade de Deus.

 

Problema 1: Priorizar Minha Vontade Acima da de Deus

O erro principal de Rebeca foi priorizar seus desejos sobre a vontade de Deus. Isso, em última instância, a levou a distorcer a vontade de Deus para que se encaixasse em sua própria agenda. Embora nossas vidas devessem, idealmente, ser moldadas pela vontade de Deus, Rebeca tentou manipular a vontade de Deus para que se alinhasse com seus desejos pessoais. Isso pode parecer difícil de entender a princípio, mas é um erro comum que frequentemente cometemos.

 

Rebeca não foi exceção. Ela queria que Jacó recebesse a bênção da primogenitura, e ela solidificou esse desejo em um momento de sua escolha, não no de Deus. Ela usou a promessa de Deus de que Ele abençoaria Jacó com a primogenitura como justificativa para seu amado filho. Embora devesse ter sido o inverso, Rebeca falhou nesse aspecto.

 

O Perigo de Conformar a Escritura ao Desejo

Nós também caímos muitas vezes nessa armadilha. É um hábito comum e incorreto, especialmente ao ler a Bíblia. Quando as coisas estão difíceis, cansativas e complicadas, que tipo de versículos bíblicos tendemos a preferir? Provavelmente queremos palavras de consolo como: "Eu estarei com você sempre." Mas o que dizer do mandamento: "Arrependam-se"? Podemos pensar: "Como posso me arrepender quando estou lutando tanto agora?" Por que amamos versículos como: "Embora o seu começo fosse pequeno, o seu fim será grandioso"? É porque desejamos desesperadamente ouvi-los e eles ressoam perfeitamente com nossos corações. Ansiamos por essas palavras ao enfrentar muitos desafios. É como começar um negócio e pensar: "Esta é uma pequena loja agora, mas certamente se tornará uma grande empresa como a Apple ou a Samsung mais tarde."

 

Com tais pensamentos, mesmo acreditando que Deus tornará nosso futuro próspero, às vezes hesitamos em verbalizá-lo. Podemos pensar: "Como crente, como posso pedir todas as coisas mundanas?" Mas então, convenientemente, um versículo da Bíblia corresponde perfeitamente ao nosso desejo. Assim, tomamos esse versículo e o aplicamos às nossas aspirações presentes. Tentamos ignorar ou ocultar esses processos internos, mas logo percebemos que nunca é fácil fazê-lo.

 

O Significado da Verdadeira Companhia

Considerem o amado versículo de Mateus 28: "Eu estou com vocês sempre, até o fim dos tempos." Quanto consolo isso traz? Mas o que ele nos instrui a fazer antes dessa promessa? "Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei." Esse é o escopo completo da promessa do Senhor de estar conosco. Não é?

 

No entanto, ao lermos as instruções precedentes, nossos corações frequentemente se sentem condenados. 'Quando foi que evangelizei? Quando ensinei outros a obedecer à Palavra? Será que eu mesmo tentei diligentemente obedecer à Palavra?' Tais pensamentos tornam a primeira parte um fardo para todos nós. Consequentemente, a única parte que realmente nos conforta é: "Eu estarei com vocês."

 

Amigos, se o Senhor está com vocês, Ele dirá constantemente: "Muito bem, vocês são tão bons"? Ou dirá: "'Não, hoje não. Vocês não deveriam viver assim"? Vocês acreditam que uma vida com o Senhor será um fluxo contínuo de conforto como imaginam? Embora o conforto certamente esteja presente, haverá também encorajamento contínuo, convicção de pecado, levantamento e capacitação. A frase "o Senhor está comigo" é um consolo profundo, mas também uma promessa assombrosa. Essa promessa significa que, de agora em diante, em cada aspecto da sua vida, Deus apontará e intervirá, guiando sua vida de acordo com Sua vontade. Portanto, não podemos sempre receber apenas conforto quando ouvimos essa Palavra. No entanto, muitas vezes a percebemos principalmente como uma palavra de consolo. Isso ocorre porque fragmentamos a Palavra de Deus de acordo com nossas próprias circunstâncias e desejos.

 

Moldando Nossas Vidas à Palavra de Deus

Deveria ser o contrário. Sua vida deve ser confrontada pela Palavra de Deus, e quaisquer partes de sua vida que conflitarem com a Palavra devem ser aparadas. Essa é a atitude adequada para ler a Bíblia. Quando você for confrontado com o que o Senhor diz, deve responder: "Senhor, eu me arrependo", e confessar: "Senhor, isso está certo. Não eu, mas Tu estás certo. Portanto, desejo que seja feito de acordo com a Tua justa Palavra."

 

Lembrando da minha época de ensino médio e colegial, eu sempre orava antes das provas: "Ajude-me a lembrar até mesmo o que não estudei para que eu possa responder bem." E vocês? Foi por isso que falhamos. Não é a vontade de Deus impedir-nos de responder o que não estudamos em uma prova? A vontade Dele é nos fazer perceber e desenvolver nossas habilidades. Mas nos acostumamos demais a moldar tudo – a Palavra de Deus e Seu poder – para se adequar aos nossos próprios gostos. A Palavra não estava acima ou à nossa frente; estava abaixo de nós.

 

O Encanto da Heresia e o Verdadeiro Consolo

Quanto mais desesperado você estiver, mais fácil será cair nesse padrão. Quanto mais você precisar de algo, mais a Palavra de Deus pode parecer se curvar à sua vontade. Por que caímos tão frequentemente em heresias? Por que elas proliferam tão rapidamente? Porque elas dizem o que você quer ouvir. Elas prometem torná-lo o que você deseja ser. Como resultado, você pode sentir como se tivesse recebido graça, mas na realidade, você foi doutrinado ou está se auto-hipnotizando.

 

A Palavra de Deus sempre lhe oferece consolo, juntamente com a verdadeira fonte desse consolo. Você não recebe consolo simplesmente porque ouviu palavras agradáveis, mas porque o nosso pecado foi resolvido, Deus está conosco para sempre, e Ele nos permitirá viver na glória eterna do Seu reino. Quanto mais somos quebrantados e humilhados dentro disso, mais nossos desejos pessoais são derrubados, mais nossas metas de vida são abaladas, e mais claramente o reino de Deus se torna visível diante de nós, mais reconhecemos a verdadeira alegria em nossas vidas.

 

A Resposta de Deus e a Compreensão Correta da Palavra

Mesmo quando dizemos que recebemos a Palavra de Deus como resposta durante a oração em meio a um problema, devemos lembrar que não necessariamente encontramos as palavras que desejávamos ouvir, mas sim que finalmente alinhavamos corretamente nosso problema diante da Palavra de Deus. Quando isso acontece, você não ouve palavras agradáveis que resolvam o problema; em vez disso, ouve palavras que revelam "quem eu sou". Diante da Palavra de Deus, que tipo de ser eu sou? Que tipo de pessoa sou eu, como Deus me ama, quais são meus pecados e qual é a graça do Senhor? Isso é o que vem primeiro.

 

E só então começamos a ver nossos problemas corretamente, em vez de resolvê-los. Não se trata de que nossos desejos ou o que queremos sejam realizados, mas de perceber lentamente por que Deus nos deu esse problema, como abordá-lo e que é um problema para o nosso próprio bem. Esse é o verdadeiro significado de dizer que a Palavra de Deus foi uma resposta para nós quando oramos. Se não for isso, e se trata apenas de conhecer bons versículos e depois pensar neles durante a oração e dizer que Deus está nos guiando dessa maneira, isso pode ser perigoso.

 

Portanto, o primeiro problema que devemos lembrar sobre Rebeca é que ela tentou encaixar a Palavra de Deus em seus desejos, em vez de alinhar sua vontade com a de Deus. Em última instância, isso a impediu de ler a Bíblia corretamente e de ouvir a Palavra de Deus de forma adequada.

 

Problema 2: Diluição da Culpa

O segundo problema de Rebeca foi a diluição da culpa. Tanto Rebeca quanto Jacó estavam claramente cientes de seu pecado. Eles entendiam a gravidade de suas ações o suficiente para saber que enganar Isaque poderia levar a uma maldição. Rebeca estava ainda mais ciente, chegando ao ponto de dizer que, se Jacó fosse amaldiçoado, ela mesma suportaria essa maldição, para que Jacó pudesse trilhar um "caminho florido".

 

Justificar Meu Pecado com o Pecado de Outro

No entanto, a única razão pela qual Rebeca e Jacó puderam agir dessa forma foi que Isaque e Esaú haviam recorrido primeiro à astúcia. Eles conspiraram em um plano injusto para dar toda a herança de Isaque a Esaú. Em tais situações, quando o pecado de alguém que criticamos ou consideramos errado é tão flagrantemente aparente para nós, lamentavelmente falhamos em ver nosso próprio pecado e, em vez disso, tentamos justificá-lo. É semelhante a combater o mal com o mal; embora nem sempre intencional, muitas vezes se desenrola assim.

 

Diluindo o Pecado nos Relacionamentos

Costumamos dizer: "Se a boa vontade continua, é tomada como um direito", e às vezes acreditamos que devemos nos afirmar elevando a voz. Muitos amigos casados aconselham os noivos: "Nunca ceda em uma disputa de poder com sua esposa." Eles fazem o casamento parecer uma competição, até mesmo promovendo quem domina como a principal prioridade. Alguns amigos até causam discórdia familiar oferecendo conselhos absurdos como: "Se você for para casa agora, será controlado para sempre" quando a esposa liga durante um encontro social. Eles tentam fazer parecer que não estão cometendo pecado sozinhos ao influenciar novos noivos que falharam em seus próprios casamentos.

 

Essas ações exemplificam perfeitamente a diluição da culpa: a tentativa de compensar o próprio pecado apontando para os pecados cometidos por outros. Eles veem que Isaque e Esaú usaram o engano, então acreditam que podem fazer coisas semelhantes. Eles se comparam aos outros, destacam suas falhas e racionalizam seus próprios pecados dizendo: 'Eu posso estar fazendo algo errado, mas você também fez.' Em vez de se arrependerem de seus próprios pecados, eles tentam desenterrar os pecados dos outros para diluir os seus.

 

O Verdadeiro Significado de 'Quem Não Tiver Pecado, Atire a Primeira Pedra'

O versículo que às vezes usamos, "Quem não tiver pecado, atire a primeira pedra", também é mal interpretado de forma semelhante. Muitas vezes é interpretado como: 'Todo mundo é pecador, então qual é o problema se cometemos um pequeno pecado?' No entanto, este versículo certamente não significa que não podemos fazer nada porque todos somos pecadores. Pelo contrário, significa: "Olhe para seus pecados diante de Deus. Busque meus pecados diante de Deus". Significa não diluir seu pecado com o de outro, mas saber qual é o seu pecado e arrepender-se.

 

Isso acontece frequentemente em relacionamentos conjugais, relações entre pais e filhos, e entre crentes. Nós, muitas vezes, conhecendo o nosso próprio pecado, em vez de confessá-lo e arrepender-nos sinceramente, insistimos em trazer o pecado de outra pessoa para diluir o nosso. No final das contas, isso resulta em ninguém se arrepender. Este é um dos problemas graves que Rebeca cometeu, e é uma armadilha em que frequentemente caímos.

 

Problema 3: Justificar os Meios para o Fim

O terceiro problema é uma consequência inevitável da abordagem mencionada anteriormente. Como Rebeca priorizou sua própria vontade sobre a de Deus, ela foi inevitavelmente forçada a encontrar seus próprios métodos para alcançar essa vontade. Se ela tivesse considerado a vontade de Deus primeiro, teria ponderado os caminhos de Deus para cumpri-la, mas ela não o fez. Rebeca acreditava que estava cumprindo a vontade de Deus — ou seja, ela acreditava que estava fazendo de Jacó o primogênito — então ela tentou racionalizar suas ações em todos os outros aspectos, mesmo que isso significasse cometer pecado. Apenas o objetivo estava em sua mira.

 

Problemas da Igreja Nascidos da Mentalidade de "Crescimento a Qualquer Custo"

Ter um objetivo claro às vezes pode ser benéfico, mas em certas situações, pode realmente prejudicar nossa fé. Isso ocorre porque tendemos a focar exclusivamente nesse objetivo. Nas décadas de 1980 e 1990, durante um período de crescimento significativo da igreja na Coreia, todos nós buscávamos o crescimento acima de tudo. Muitos esperavam que as pessoas se unissem à igreja, encontrassem a salvação e se tornassem filhos de Deus, buscando assim o avivamento.

 

Qual foi o resultado? Ainda estamos lidando com a pergunta: "Quem é um verdadeiro crente?" Nosso propósito era claro: Deus se agradaria se chamássemos Seu povo para a igreja e os fizéssemos crentes, espalhando assim o Evangelho. No entanto, o resultado foi que deixamos todo o resto de lado, simplesmente presumindo que se as pessoas se sentassem nos bancos da igreja, todas eram membros da igreja. Muitos frequentavam a igreja sem perceber que não eram verdadeiros crentes, e surgiram problemas inimagináveis onde eles pensavam que acreditavam em Jesus e se consideravam crentes. Isso levou a dificuldades significativas para a igreja coreana.

 

Deficiências de Liderança Decorrentes de um Propósito Equivocado

Pessoas que acreditavam ser membros da igreja e verdadeiros crentes elegeram líderes da igreja, e esses líderes frequentemente falharam em cumprir seus papéis adequados. O problema mais sério foi quando tais indivíduos se tornaram pastores. Não estou criticando clérigos específicos; antes, estou destacando que todos nós compartilhamos a responsabilidade por esses problemas que nos trouxeram a este ponto. Essa situação inaceitável surgiu precisamente porque nos concentramos apenas no "propósito" de avançar em direção ao reino de Deus.

 

Perdendo a Essência da Igreja

Deus deseja que, enquanto caminhamos, não apenas alcancemos o objetivo, mas também que nossas vidas sejam transformadas durante todo o processo, dando o fruto do Espírito e sendo estabelecidas como cidadãos do reino de Deus. Esquecemos que nós mesmos devemos nos tornar cidadãos do reino de Deus, não apenas criar algo mais. Como resultado, a verdadeira essência da igreja, como descrita na Bíblia — onde realmente nos comunicamos e compartilhamos o que é um verdadeiro crente, o que significa a fé e o que implica a vida de um crente, experimentando admiração e alegria ao discutir a imensa graça e o amor do Senhor — tem sido significativamente enfraquecida.

 

Estamos cada vez mais aptos a batalhas individuais. Sentimos que ninguém na igreja realmente cuidará de nós. O número de líderes admiráveis e inspiradores está diminuindo constantemente, levando muitos a concluir que devem preservar sua própria fé. Infelizmente, muitos adotam uma "fé de YouTuber". Em vez de abraçar o belo campo de treinamento onde lutamos juntos na igreja, superamos feridas, reconhecemos nossas fraquezas, experimentamos o poder do evangelho de Deus e compreendemos a verdade de que somos um só corpo como o Senhor ordenou, buscamos o discipulado através de livros e tentamos nos esgotar servindo a Deus na igreja. No final, todos ficam apenas com cinzas brancas de seu auto-sacrifício, e mesmo quando desejam louvar ao Senhor, seus corações estão dispersos como poeira ao vento, deixando-os desanimados. Muitos estão sofrendo, e crer em Jesus se tornou um fardo e uma fonte de dor. Isso é profundamente errado.

 

Medo Mundano vs. Reverência Piedosa

E quanto àqueles que creram em Jesus na Bíblia? Mesmo quando enfrentaram perseguição, tiveram tudo tirado deles e suas vidas foram ameaçadas, eles proclamaram: "Alegrem-se, vocês devem se alegrar", e experimentaram essa alegria. Jesus mudou desde então? O Espírito Santo é uma pessoa diferente? O Pai a quem chamamos é uma pessoa diferente? Você e eu compartilhamos um problema semelhante ao de Rebeca a esse respeito.

 

Se essa situação persistir, ficaremos obcecados com a metodologia, pensando que "os fins justificam os meios". Focaremos apenas em como resolver o problema. Nossos corações são o problema; nossos espíritos não se regozijam em Jesus Cristo. No entanto, continuamos tentando várias coisas e criando apenas o que podemos fazer. Nem tudo o que temos que fazer diz respeito a métodos, e isso não quer dizer que devemos abandonar tudo. Em vez disso, devemos primeiro reconsiderar a verdadeira raiz do nosso problema.

 

Rebeca, de fato, era uma esposa que se opôs à vontade de Isaque. Se sua desobediência à vontade de Isaque tivesse sido por sua reverência a Deus, a situação teria sido muito diferente. No entanto, embora parecesse seguir a vontade de Deus, ela não estava verdadeiramente reverenciando a Deus; em vez disso, estava perseguindo seus próprios desejos e satisfação.

 

A 'Reverência' das Parteiras Sifrá e Puá

Um exemplo semelhante aparece em Êxodo 1. Quando o Faraó ordenou que todos os meninos hebreus fossem mortos, a Bíblia registra os nomes de duas parteiras pouco conhecidas: Sifrá e Puá. Elas não aparecem novamente em nenhuma outra parte da Bíblia, exceto em Êxodo, mas o Senhor registrou os nomes dessas duas mulheres. Essas parteiras desobedeceram à ordem do Faraó e não mataram as crianças. Quando lhes foi ordenado matar os bebês assim que nascessem, elas disseram: "As mulheres hebreias não são como as egípcias; são vigorosas e dão à luz antes que as parteiras cheguem." Isso implica que elas chegaram atrasadas intencionalmente. Para ser negativo, elas usaram um 'truque'. Mas Deus disse que Ele foi gracioso com essas mulheres.

 

Amigos, nem todos os truques foram problemáticos, mas essas mulheres, mesmo usando truques, foram agraciadas por Deus, que trouxe bons resultados de tudo isso, por uma única razão: elas temiam a Deus. Elas não temeram o Faraó, mas temeram a Deus.

 

O Que Você Teme?

Reconsidere este princípio incrivelmente simples. Você teme o que o mundo nos diz — 'Se você viver assim, falhará; se agir assim, não terá sucesso nem sobreviverá no mundo'? Ou você teme e reverencia a Deus e a Palavra de Deus, que diz: 'Você deve amar, perdoar e amar verdadeiramente uns aos outros, pessoas que maravilham este mundo'? A Bíblia é inequivocamente clara sobre este assunto.

 

O que você teme? O que exatamente o preocupa? O que prende seu coração e o faz recuar, e o faz pensar: 'Eu realmente posso fazer isso?' O que está te impedindo? Quais são as coisas que te desagradam? O que o faz pensar: 'Por causa disso, não consigo fazer a obra de Deus diligentemente?' É certo que isso seja o que você realmente teme, e por causa disso, sua vida para?

 

Ou você deveria temer a Deus e lembrar a Palavra de Deus, a Palavra que nos diz para sermos zelosos e servirmos ao Senhor com todo o nosso coração, para amarmos nossos irmãos e irmãs com todo o nosso coração? É essa a Palavra que você deveria temer? O que mais precisa ser dito? Tememos mais nossos problemas, tememos mais sermos colocados em situações injustas, tememos mais nossas circunstâncias e ambiente atual, e tememos as coisas que nos desagradam.

 

A Vida de um Verdadeiro Crente

Amigos, vocês devem temer a Palavra de Deus. O Senhor já lhes disse: "Se você não estiver satisfeito, pode me servir pela metade"? Ele já disse: "Se você estiver cansado, exausto e fadigado, então vá em frente, brinque e descanse"? Ele já disse: "Se você não tem tempo e está ocupado, então vá em frente e apenas brinque e coma"? Pelo contrário, nossos antecessores espirituais disseram: "Oro mais porque estou ocupado. Lembro-me mais do Senhor porque me falta tempo. Por quê? Porque sem fazer isso, não tenho confiança para lidar com todas essas coisas." Não era esta a vida de um crente? Onde estamos agora?

 

Problema 4: A Atitude Falha de Assumir a Maldição

O quarto e último problema é evidente nas palavras de Rebeca a Jacó: "Meu filho, se algo der errado, eu assumirei a maldição, para que você possa andar por um caminho de rosas." Como mãe, esta é uma declaração verdadeiramente comovente. No entanto, se esta declaração fosse realizada em termos mundanos, seria uma das coisas que mais deveríamos evitar e temer. Pais, especialmente, devem se lembrar disso.

 

As Consequências do Amor Parental Mal Direcionado

Rebeca amava Jacó. No entanto, ela estava completamente alheia ao fato de que estava os levando a ambos ao desastre, dizendo em vez disso: "Não se preocupe, eu suportarei todas as maldições, então você ficará bem." Você pode pensar que isso não se aplica a você. Se você acredita: 'Embora meu filho frequente muitas aulas extras e eu o ensine diligentemente e trabalhe duro para lhe dar oportunidades, eu não sou como outros pais superzelosos. Não tenho intenção alguma de arrastar meu filho para o inferno como eles', então eu lhe garanto, você é precisamente esse pai superzeloso. Aquele que pensa que não é, está precisamente fazendo isso.

 

Restauração na Providência de Deus

Embora isso também sirva como um alerta, o que é realmente mais importante aqui é como Deus respondeu a essa situação. De modo geral, este evento levou Jacó não a trilhar um caminho de rosas como Rebeca imaginava, mas a vagar por 20 anos. Além disso, em vez de enganar os outros como seu nome implica, ele foi enganado por seu tio por um longo tempo. Rebeca nunca mais viu Jacó e teve um fim solitário. O destino de Esaú e Isaque é igualmente sombrio.

 

Então, Deus simplesmente encerrou esse problema com um castigo? Você e eu sabemos bem que não terminou ali. Rebeca se tornou a mãe de nações, e Isaque foi o pai que gerou a descendência prometida. Jacó é registrado na Bíblia como um homem de Deus que estabeleceu Israel por meio das doze tribos. Eles claramente agiram à sua maneira, não temeram a Deus e claramente agiram errado. No entanto, duas coisas estavam presentes com eles. Uma parte, aos nossos olhos, era claramente como uma maldição para Jacó, Isaque e Rebeca. Mas se lermos a Bíblia um pouco mais, descobrimos que isso não terminou em uma maldição. Por que?

 

Perdão do Pecado e Restauração do Pecado

É precisamente porque Deus, ao lidar com Seu povo, mostra em sua vida que Seu perdão e revelação do pecado não são meras palavras, como poderíamos imaginar. Deus certamente perdoou os pecados de Rebeca e Jacó. Quando eles se arrependeram e vieram diante de Deus — Jacó, por exemplo, claramente entendeu quem ele era através dos eventos no rio Jaboque, onde ele percebeu seu pecado diante de Deus e o que ele havia feito seu mestre — Rebeca teria experimentado algo semelhante.

 

No entanto, quando o Senhor diz que perdoa os pecados, não significa que tudo é apagado como uma vacina, sem deixar vestígios, como você e eu poderíamos imaginar. Sua e minha compreensão do perdão do pecado pode ser como uma página em branco, no sentido de que Deus nunca mais se lembrará disso. No sentido de que Deus não o trará novamente para condená-lo, esse perdão do pecado é certamente completo. Mas quando o Senhor diz que perdoa seus pecados em sua vida, também implica que Deus o moldará para ser um filho de Deus que foi perdoado do pecado. Creio que isso pode ser expresso como restauração do pecado, embora a Bíblia possa descrevê-lo de duas maneiras. Você experimentou o perdão do pecado, mas agora ocorrerá a restauração do pecado. Isso também nos diz que não devemos levar o pecado levianamente.

 

Em outras palavras, à medida que Deus molda Jacó para ser um homem de Deus, Ele não o deixa no estado quebrado, distorcido e vacilante causado pelo pecado. Em vez disso, Ele o guia e o sustenta continuamente como imagem de Deus, conforme prometido pelo Senhor. Isso porque a vida de Jacó demonstra que o Senhor restaura as muitas dores profundas e feridas que ele sofreu por causa do pecado, e o conduz à imagem de Deus. E essa também é a nossa vida.

 

O Medo do Pecado e a Restauração de Deus

Amigos, vocês sabem que Deus mobiliza tudo para a nossa restauração? Na verdade, não conhecemos bem o medo e o pavor do pecado. Mas Deus sabe. Por isso, Ele também sabe o tamanho das feridas que vocês receberam por causa do pecado. O Senhor nos restaurou claramente porque, por meio da cruz de Jesus Cristo, Ele declarou nossos pecados brancos como a neve. No entanto, todas as coisas em sua vida, em sua memória, em sua experiência vivida — tudo o que foi rasgado, ferido e abalado pelo pecado — deve entrar na história da restauração de Deus.

 

A Conclusão da Filiação Através da Disciplina

Creio que o livro de Hebreus expressa essa restauração de forma mais eloquente. Vamos ler Hebreus 12:5-7 juntos:

 

"E vocês se esqueceram da exortação que lhes é dirigida como a filhos: 'Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem desanime quando ele o repreende, porque o Senhor disciplina a quem ama, e castiga a todo aquele que aceita como filho.' Suportem as dificuldades como disciplina; Deus os está tratando como a filhos. Pois qual o filho a quem o pai não disciplina?"

 

Amigos, Ele diz que os disciplina, certo? A palavra "disciplina" aqui vem da mesma raiz de "paidion", que significa "criança". Em outras palavras, significa fazer de alguém seu filho. Isso implica que Deus não simplesmente deixa os aspectos distorcidos e quebrados da sua vida diária, do seu passado, como estão. Em vez disso, Ele os está restaurando ativamente. Significa que o seu passado não fica simplesmente no passado; antes, Deus está com você, e através Dele, todas essas coisas estão sendo restauradas para o bem.

 

O Fruto da Justiça e da Paz Através do Treinamento

Lerei Hebreus 12:11-12:

 

"Nenhuma disciplina parece ser, no momento, motivo de alegria, mas de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela têm sido exercitados. Portanto, o quê? Fortaleçam as suas mãos cansadas e os seus joelhos vacilantes. Façam caminhos retos para os seus pés, para que o coxo não se desvie, mas seja curado."

 

Isso é precisamente a restauração.

 

Quando há pecado em sua vida, o Senhor não quer que você simplesmente se alegre, pensando: "Eu fui perdoado, então isso não é mais um problema". Em vez disso, a verdadeira razão da sua alegria é que até mesmo toda a dor profunda, a distorção e a claudicação que foram profundamente gravadas em sua vida por causa desse pecado serão curadas. Essa é a essência do seu perdão.

 

O Significado do Verdadeiro Arrependimento e Mudança de Vida

Se não conseguirmos compreender isso, poderemos cometer o erro da protagonista do filme 'Miryang', que ganhou atenção há alguns anos. O criminoso que sequestrou e matou seu filho alegou: 'Deus perdoou meus pecados, então agora estou bem; seus pecados também foram perdoados?' Ele acreditou erroneamente que todos os seus pecados estavam resolvidos. Não. Pelo contrário, por meio daquela experiência, ele chegou a compreender a natureza aterrorizante do pecado, o caminho que ele tinha que andar com Deus por causa disso, como precisava ser curado, do que precisava se arrepender e como tinha que se esforçar pela restauração. Isso é o arrependimento. Dizer: 'Agora fui perdoado porque Deus carregou a cruz por mim' turva o verdadeiro significado do arrependimento.

 

Se não há mudança na direção da sua vida, nem endireitamento do que estava distorcido nela, nem retorno a correr com os pés mancando, nem reconstrução de uma vida desmoronada, como poderia isso ser a totalidade do perdão? Isso ocorre porque o perdão deve ser acompanhado do fruto do arrependimento que conhecemos, e a restauração do pecado deve ocorrer em nossas vidas.

 

Aprendendo a História da Restauração Através da Vida de Jacó

Portanto, através deste evento, você e eu vemos como Deus fez com que Rebeca e Jacó percebessem a natureza de seus pecados, como eles haviam destruído a si mesmos e a outros, e quanta dor isso causou. Através da dor infligida a Esaú e do sofrimento que o próprio Jacó suportou, Deus finalmente os fez compreender a profundidade, a largura e a altura do perdão do pecado, e quão profundamente Ele os amava. Não termina com um simples 'Tudo bem, agora vou considerá-lo sem pecado'. Em vez disso, Ele molda sua vida para ser agradável a Deus, para que viva em Jesus Cristo, para que caminhe com Cristo. Ele não temerá o chicote nem a repreensão em sua vida, mas o encorajará e consolará sem cessar, segurando continuamente a vara e permanecendo com você até que você se ponha de pé naquele lugar, e Ele o colocará naquele lugar.

 

Esta é a sua vida, a vida que Jacó experimentou, e a vida que estamos vivendo agora. Deus não deterá essa obra, e Ele nos permitirá cumprir essa missão de restauração. Deus perdoa o pecado e nos restaura. Estes são os frutos do perdão do pecado.

 

Caminhando o Caminho da Restauração Pela Fé

Amigos, lembrem-se: seus pecados foram lavados e tornados brancos como a neve. Então agora, ajam de acordo com a Palavra de Deus para consigo mesmos e uns para com os outros. Nunca simplesmente ignorem as coisas; em vez disso, restaurem, amem e consolem. Não se deixem vencer pelo mal. Não se desapontem pensando: 'Por que é assim de novo? Será que vai ser sempre o mesmo?' Não fiquem muito chateados pensando: 'Eu me arrependi e fui perdoado há muito tempo, então por que você está trazendo isso de novo e tornando-o um problema?' Essa pessoa foi ferida. Doeu tanto que ficará em sua memória por toda a vida. Portanto, não se chateiem nem se irritem com isso, mas lembrem-se de que vocês estão no meio da obra do Senhor de perdoá-los novamente e restaurá-los. Com isso em mente, caminhem passo a passo na vida que o Senhor os está moldando, com gratidão e alegria.

 

Verdadeiro Sacrifício e o Caminho de Rosas

Amigos, Rebeca, sem ter o poder para fazê-lo, disse: 'Eu tomarei a maldição que você deve receber; você ande por um caminho de rosas'. Como pode alguém que é pecador e está em pecado carregar o pecado de outro? No entanto, 2000 anos depois, Alguém que era completamente sem pecado, sem sequer a aparência de pecado, carregou toda a sua iniquidade, todas as maldições que você e eu deveríamos ter recebido. Alguém veio que disse: "Eu levarei tudo isso; eu corrigirei a sua tortuosidade; eu estarei com a sua vida e o restaurarei, então ande por este caminho de rosas". Por favor, participem desta bênção. Por favor, vivam dentro desta graça.

 

Oremos.

Amado Senhor, Cristo levou a maldição por nós, ressuscitou por nós, ascendeu ao céu por nós e ainda hoje intercede por nós. Portanto, Senhor, clamamos com ousadia: Senhor, não detenha a Tua mão, mas moldanos à Tua imagem.

 

Concede-nos conhecer a alegria de andar por esse caminho e de sermos gratos, e, Senhor, permite-nos experimentar a glória de andar por esse caminho. Oramos em nome de Jesus Cristo. Amém.

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